Introdução ao método científico

Os alunos do 6º ano tiveram a oportunidade de se envolver em uma atividade prática que não apenas despertou sua curiosidade, mas também os levou a explorar as etapas fundamentais do método científico. Sob a orientação da professora de ciências, Lilian Lopes Devito, a atividade proporcionou uma experiência que estimulou a observação, a formulação de hipóteses e a análise crítica dos resultados.

A primeira etapa foi os alunos soltarem, do segundo piso, duas folhas de sulfite: uma delas foi amassada em forma de bola

 

De acordo com a professora Lilian, o objetivo principal não foi apenas realizar os experimentos em si, mas sim permitir que os alunos compreendessem as etapas do método científico e como ele é aplicado no processo de investigação científica. “É fundamental que os alunos compreendam que a Ciência não é apenas um conjunto de fatos prontos, mas sim um processo contínuo de descoberta e revisão de ideias”, destacou a professora.

Como foi a atividade

A atividade começou com a divisão dos alunos em quatro equipes, cada uma recebendo duas folhas de sulfite idênticas. Em seguida, cada equipe realizou o experimento, lançando simultaneamente as duas folhas de sulfite: uma aberta e a outra amassada em formato de uma pequena bola. Os alunos repetiram o experimento duas vezes e observaram atentamente os resultados.

Em Roda de Conversa, alunos compartilham suas observações e levantam hipóteses sobre o que causou as diferenças nos resultados

 

Após as observações, todas as equipes se reuniram em Roda de Conversa para uma discussão, onde puderam compartilhar suas observações e levantar hipóteses sobre o que causou as diferenças nos resultados entre as folhas de sulfite abertas e amassadas. Essa troca de ideias estimulou o pensamento crítico e a colaboração entre os alunos, além de promover uma compreensão mais profunda dos conceitos científicos em jogo.

Segundo a professora Lilian, essa atividade prática preparou os alunos para estudos futuros em disciplinas como Química e Física. “Ao vivenciar o processo de investigação científica desde cedo, os alunos estarão mais bem preparados para compreender os conceitos mais complexos que serão abordados em anos subsequentes”, explicou a professora.

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Texto: Robson Ribeiro. Fotos: equipe pedagógica I Portinari Grupo Educacional